O Sporting segue em frente na Taça de
Portugal, ao derrotar o Benfica, por 2-0 (0-0 ao intervalo) em jogo
da segunda eliminatória, disputado, na tarde de
sábado, 29 de Dezembro, no Pavilhão Açoreana
Seguros do Estádio da Luz. Uma vitória muito suada,
é certo, mas que premeia, acima de tudo, a eficácia e
a estratégia implementada pelos «leões»
no decurso de um embate mais táctico do que
espectacular.
Primeira parte de total domínio dos visitados, uma equipa mais organizada, mais rematadora e que forjou várias ocasiões de go
lo, duas das quais viram o poste
substituir o guarda-redes «leonino. Em contrapartida, os
pupilos de Paulo Fernandes raramente lograram acercar-se do
último reduto encarnado, sentindo dificuldades em
libertarem-se da pressão contrária e rematando,
apenas, por duas vezes, à baliza defendida por José
Carlos.
Todavia, o intervalo revelou-se oportuno e fundamental para a formação verde e branca. Espelhando uma maior segurança, fechando
muito bem cá atrás, e
trocando muito melhor a bola na procura dos espaços no
«coração» da defesa visitada – um
«carroussel» praticamente desprovido de falhas no passe
– os «leões» começaram a tornar-se
mais perigosos e a rematar com mais frequência, acabando
Café por inaugurar o marcador, após assistência
do «capitão» Zezito. A partir daí, veio
ao de cima a frieza, o estoicismo e o colectivismo de um conjunto
que soube esfarelar o 5 para 4 do Benfica, com José Maria a
guarda-redes avançado nos últimos três
minutos.
Um estratagema fatal para o emblema da águia, que sofreu o 2-0 na sequência de um lançamento de João Benedito para Alex, o qual recebeu a bola com o peito e, depois, em rotação disparou para o fundo das redes à guarda de José Carlos. O Benfica ainda viria a beneficiar de um livre de dez metros, mas Ricardinho viu o guarda-redes do Sporting defender e, deste modo, impedir o opositor de contabilizar o ponto de honra. No fim, foi a festa dos «leões», com todo o grupo de trabalho associando-se aos aplausos tributados pelos muitos adeptos presentes no Pavilhão Açoreana Seguros. Um autentico festival de fim de ano.
Primeira parte de total domínio dos visitados, uma equipa mais organizada, mais rematadora e que forjou várias ocasiões de go
lo, duas das quais viram o poste
substituir o guarda-redes «leonino. Em contrapartida, os
pupilos de Paulo Fernandes raramente lograram acercar-se do
último reduto encarnado, sentindo dificuldades em
libertarem-se da pressão contrária e rematando,
apenas, por duas vezes, à baliza defendida por José
Carlos.Todavia, o intervalo revelou-se oportuno e fundamental para a formação verde e branca. Espelhando uma maior segurança, fechando
muito bem cá atrás, e
trocando muito melhor a bola na procura dos espaços no
«coração» da defesa visitada – um
«carroussel» praticamente desprovido de falhas no passe
– os «leões» começaram a tornar-se
mais perigosos e a rematar com mais frequência, acabando
Café por inaugurar o marcador, após assistência
do «capitão» Zezito. A partir daí, veio
ao de cima a frieza, o estoicismo e o colectivismo de um conjunto
que soube esfarelar o 5 para 4 do Benfica, com José Maria a
guarda-redes avançado nos últimos três
minutos.Um estratagema fatal para o emblema da águia, que sofreu o 2-0 na sequência de um lançamento de João Benedito para Alex, o qual recebeu a bola com o peito e, depois, em rotação disparou para o fundo das redes à guarda de José Carlos. O Benfica ainda viria a beneficiar de um livre de dez metros, mas Ricardinho viu o guarda-redes do Sporting defender e, deste modo, impedir o opositor de contabilizar o ponto de honra. No fim, foi a festa dos «leões», com todo o grupo de trabalho associando-se aos aplausos tributados pelos muitos adeptos presentes no Pavilhão Açoreana Seguros. Um autentico festival de fim de ano.

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